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Doces bruxos
Por que os poetas constantemente,
Quando riscam seus versos e os escrevem.
Parece que saciam e se servem,
Da coisas que vão lá dentro da gente?
Tomam o interior da nossa mente
Sem que ninguém os vejam e observem
Escolhem aquilo que acham e devem
E vão contando tudo abertamente?
Quantas vezes,por entre as linhas tortas
De um bruxo destes que se diz poeta,
Vemos algumas coisas nossas mortas,
Como um amor,sonho ou esperança finda.
Algo que nos machuca e nos inquieta
Mas no entanto vamos ler, reler ainda?
Jenário de Fátima
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