Meu amar não tem destino;
é vário como o poeta
que chora a amada
que não perdeu,
a boca que não beijou,
os olhos jamais fitados,
as mãos nunca afagadas.
Amo o perfume das flores,
As folhas secas que caem,
O sol nascente.
Mergulho no pôr-do-sol,
Vôo nas asas do vento.
Amo o sonho jamais sonhado,
Amo o amor,
Amo a vida!
Sobre Celina Figueiredo
Nascida em Itabira, no dia 06 de setembro de l929. Formada em Letras, professora de Língua e Literartura(aposentada). Viúva,tenho cinco filhos, oito netos e quatro bisnetos. Desenho e escrevo para me distrair e ainda procuro passar a Palavra de Jesus para os pequenos da catequese.
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