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Te quero acorrentado a mim, meu prisioneiro…
Não te liberto amor, nem um momento!
Preso, aos meus pés, subjugado, exangue,
Tu pedirás clemência, sim, como um lamento.
Desvairado, te debaterás nos braços meus
Tu quererás a liberdade, gritarás em ais,
Mas eu te subjugo, avilto, e tenho preso
Para mostrar-te que és meu, de ninguém mais!
Mantenho-te cativo, atado no meu leito,
Eu te possuo, domino… e, malgrado teu,
Te escravizo, arrasto e tenho estreito!
E se tu morres, desta forma costumeira,
E ao te saciar, te mostro que és só meu,
Então eu caio na real… sou tua prisioneira!
*** MÍRIAN WARTTUSCH ***
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Mírian, és um arraso!!
Emocionante, apaixonante.
Beijos,
Apaixonante! Lindo quando um poema nos transporta para a cena e o contexto com tanta propriedade.
Beijus.
Mírian, fantástico, Bárbaro, Divino!!!! Não
tenho palavras, arrasou, e me despertou pra
algo que pensei já ter superado, despertou saudades do que nunca mais volta.,
Beijos,