EROTISMO

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Cobre-se do rubro no corpo ardente…
Em leito escuro, solitário e quente,
Onde fez-se noite e madrugada
E o sono esperado não tem morada…

As mãos indóceis percorrem inábeis…
Nos desejos insanos e inconfessáveis
A tocar a pele e os contornos tensos…
Ouvindo silêncio e palpitar imensos!

 Contorcida em ritmo brando e lento,
Num turbilhão de sentir e de vontade…
Incesto, querer fazer amor com a saudade…

Na luta contra esse demônio hilário…
Não há anjos quaisquer que lhe dê alento
E já, leva-a ao êxtase, o macho imaginário!

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