É noite.
Pelas ruas, vago sem destino.
Luzes, virines coloridas, bolas multicores…
Em cada canto, um Papai Noel vende ilusão.
Ansiosa procuro o aniversariante:
Nas lojas, nas árvores iluminadas,
Nos sinos que cantam sem cessar:
“Noite Feliz, Noite Feliz…”
Tudo em vão.
Já cansada, encontro, num cantinho,
Um pobre menino,
Triste, solitário, mal vestido,
A cada um lançando seu olhar,
A cada qual implorando seu presente:
Nem carrinhos comandados,
Nem robôs, nem celulares…
Apenas, tão somente, pede amor.
Só então vejo Jesus que nele habita.
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Querida Celina,
Esta é a dura realidade que com tanta sensibilidade relatas em sua linda poesia.
Um Ano Novo de muita luz, paz, alegrias e inspiração!!!
Beijos,
Carmen Vervloet
mapra a melhor mãe do mundo
Este poema enuncia com veracidade a infeliz realidade do Natal. Obrigada!
É noite.
Pelas ruas, vago sem destino.
Luzes, virines coloridas, bolas multicores…
Em cada canto, um Papai Noel vende ilusão.
Ansiosa procuro o aniversariante:
Nas lojas, nas árvores iluminadas,
Nos sinos que cantam sem cessar:
“Noite Feliz, Noite Feliz…”
Tudo em vão.
Já cansada, encontro, num cantinho,
Um pobre menino,
Triste, solitário, mal vestido,
A cada um lançando seu olhar,
A cada qual implorando seu presente:
Nem carrinhos comandados,
Nem robôs, nem celulares…
Apenas, tão somente, pede amor.
Só então vejo Jesus que nele habita.