Assistindo ao funeral do sol poente,
Algo em mim sinto morrer nesse momento
Todo o meu ser se esvai em desalento.
A tristeza me envolve toda inteira
Só no silênco encontro companhia
Fugindo à dor de imensa agonia.
Tento sorrir , só posso suspirar
E na garganta o pranto sufocar.
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Sobre Celina Figueiredo
Nascida em Itabira, no dia 06 de setembro de l929. Formada em Letras, professora de Língua e Literartura(aposentada). Viúva,tenho cinco filhos, oito netos e quatro bisnetos. Desenho e escrevo para me distrair e ainda procuro passar a Palavra de Jesus para os pequenos da catequese.
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Muito bonito, Celina!
Amei!