VERSOS DISSONANTES

notas1.pngNo silêncio frio do inverno,
Passo o tempo a fazer versos
Ouvindo em surdina a doce música
Dedilhada nas cordas da saudade.

Presente e passado se misturam,
Tentando acompanhar o diapasão
Que insiste os pensamentos afinar.

Notas desafinadas o espaço ferem
Em lamentos e ais descompassados
E qual um eco perdido a mim retornam
E se perdem dentro d’alma em desatino

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Sobre Celina Figueiredo

Nascida em Itabira, no dia 06 de setembro de l929. Formada em Letras, professora de Língua e Literartura(aposentada). Viúva,tenho cinco filhos, oito netos e quatro bisnetos. Desenho e escrevo para me distrair e ainda procuro passar a Palavra de Jesus para os pequenos da catequese.
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