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REFLEXÕES
por Mírian Warttusch | janeiro 12, 2009

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Os meus versos, coisa linda!
Oração maior, infinda,
Que faço ao meu Criador,
Lhe dou todo o meu amor!
Maria também exalto,
Em oração não lhe falto,
Falo dela com carinho;
De Jesus que é pão e vinho,
De Judas que é traição,
Um homem sem compaixão;
Trinta moedas bastaram,
E os inimigos declararam
Prisão e morte a Jesus!
E nós hoje, aos pés da cruz,
Vemos tantos outros Judas…
Que Nosso Senhor me acuda,
Se por acaso eu mentir.
Revolta fico a sentir,
De ver que correu o sangue,
E Jesus morreu exangue.
Será que valeu a pena?
Tanto o mau fala e desdenha.
Por tudo que errado vejo,
Tenho nojo, tenho pejo!
Que será da humanidade?
Meu Jesus, por piedade,
Cuidado ao voltar aqui
- Tive medo, pressenti
Que poderás ser vendido,
Novamente escarnecido,
Traído e achincalhado,
Julgado e crucificado!
*** MÍRIAN WARTTUSCH ***
Topics: Geral | 3 Comentários »


janeiro 12th, 2009 at 6:43 pm
MÍRIAN WARTTUSCH
Que doce encanto e dom tens
Manipula as palavras como poucos
Não é por outra razão que aquí sempre venho
Em busca de graça, magia, encanto e oração
Não tenho o dom das rimas, mas não me importo
Importante é que saibas que tens um admirador
Que a cada dia mais se sensibiliza
Com suas palavras sempre bem colocadas.
Um grande abraço,
Fortunato
abril 4th, 2009 at 3:30 pm
Eu ainda sinto o cheiro! Das mãos que me afagou
Mamãe você estar no céu!
Com os anjos canta louvou…
Mas na terra sinto o cheiro!
E nas comidas o sabor…
De tudo que preparavas,
Aos teus filhos alimentavas!
Com carinho e muito amor.
Das tuas mãos carinhosas!
Que tanto nos afagou…
Ainda sinto o perfume,
Que em mim você botou!
Lembro os cabelos macios,
Que eu puxava os fios…
Quando mudavam a cor.
Na casa onde morávamos,
Ainda existe a panelas…
Em um canto pendurado,
Não brilha mais como era…
Porque quando tu lavavas,
Num espelho transformava!
Eu via meu rosto nelas.
Na sala está na parede!
Um retrato envelhecido…
Com teu rosto sorridente!
Mas eu vejo entristecido,
Procuro ali um cantinho…
Fico chorando baixinho!
Com meu coração ferido.
Na casa tudo é silêncio!
Não mais se houve a canção…
Que aos domingos cantavas!
Preparando a refeição,
Com a tua voz sonora…
Que eu guardo na memória,
Eu quem fazia o refrão!
À noitinha tu botavas…
Nós quatro para rezar!
Todos ainda pequenos,
Traquinos a te perturbar…
Em nós tu davas tapinhas,
Mas ao fim da ladainha!
Ias pra quarto chorar.
Tu choravas por amor…
Com pena porque bateu,
Com tuas mãos carinhosas!
Em quem desobedeceu,
Mas na tua consciência!
Julgavas ser imprudência…
Bater num filho que é seu.
Logo pela manhãzinha,
Estavas a preparar…
Uma comida quentinha!
Para nos alimentar,
Pra nos levar pra escola…
Levavas até as sacolas!
Pra peso nós não pegar.
Assim foi a tua vida,
Lutou pra nos ensinar…
Pra sermos obediente!
E na vida prosperar…
Foste, a escola da vida!
Mas com a tua partida…
Não temos mãe para amar.
Não amamos fisicamente!
Amamos com o coração,
Mamãe você estar ausente…
Mas nós ouvimos à canção!
Quando no quarto cantavas,
Cada um tu abraçavas…
Quando pedíamos a benção…!
htt://recantodasletras.uol.com.br/autores/anízio
Az-anizio@hotmail.com
Campina Grande, 27/04/2007.
abril 19th, 2009 at 2:57 pm
Caminhando na Saudade
Eu sou mais um dos tristonhos!
Um solitário.
Entre os que vivem sozinhos…
Quem eu amo vive ausente!
Eu não tenho seus carinhos…
Só o silêncio e a saudade!
Ao meu coração invade…
Perseguindo o meu caminho.