Sobre a beleza deste soneto já me manifestei em comentários anteriores. Entretanto, toda a vez que releio este soneto, não consigo frear minha admiração, principalmente pela conclusão e fechamento:
“E hoje percebo, em meio ao desatino,
Que as esperanças, como as andorinhas,
Muitas se foram e não voltam mais…”
Lindo, lindo, querida ORIZA!
É realmente, muitas se foram…
Assim como a minha infância
e minha adolecencia,que não
voltam mais….
Fui uma criança feliz, brincava
de roda, pega, etc…
Era de uma pureza tão grande,
que é difícil descreve-la. Só
sei que vivi.
Sobre a beleza deste soneto já me manifestei em comentários anteriores. Entretanto, toda a vez que releio este soneto, não consigo frear minha admiração, principalmente pela conclusão e fechamento:
“E hoje percebo, em meio ao desatino,
Que as esperanças, como as andorinhas,
Muitas se foram e não voltam mais…”
Lindo, lindo, querida ORIZA!
É realmente, muitas se foram…
Assim como a minha infância
e minha adolecencia,que não
voltam mais….
Fui uma criança feliz, brincava
de roda, pega, etc…
Era de uma pureza tão grande,
que é difícil descreve-la. Só
sei que vivi.