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Tudo se resume em três palavras: “Eu te amo”. A partir daí, o coração não mais se ensoberbece e por meio de preces, avalia-se o valor da bela declaração de amor. Possivelmente, ao mirar a abóbada celeste, tenta imaginar como seria se ela fosse a lua e ele o sol. Decide não mais prantear sem razão, pois guarda em seu coração os feixes de uma segura fonte de luz.
Qualquer arma fatal não demonstra sua eficácia quando em embate contra a esposa do sol. As vãs palavras dos diversos lados da via láctea também não atingem o ponto ilusório da pobre. Quando em eclipse, “amor platônico” é o letreiro mais aparente em seu semblante, contudo ao ver que o sol se afasta para o outro lado da galáxia, espera mais uma vez as três palavras de amor, essenciais para uma nova estação.
LEONARDO!!!!!!!!!!!!! QUE LINDO, MEU AMOR!!! PÔXA, EU SABIA QUE VOCÊ ESCREVIA BEM, MAS EU DESCONHECIA ESSA SUA ALMA DE POETA!!! PARABÉNS PELO LINDO TEXTO! ESTOU SUPER ORGULHOSA DE SER SUA PROFESSORA, VIU? BEIJOS. DEUS TE ABENÇOE!
Obrigado! Também dou graças a Deus por eu ter descoberto esse novo universo da língua mediante tua ajuda.
adorei, lindo demais.
que vc leonardo continue escrevendo mais e mais
curto muito esse site.