Arquivo do Autor: Celina Figueiredo

Sobre Celina Figueiredo

Nascida em Itabira, no dia 06 de setembro de l929. Formada em Letras, professora de Língua e Literartura(aposentada). Viúva,tenho cinco filhos, oito netos e quatro bisnetos. Desenho e escrevo para me distrair e ainda procuro passar a Palavra de Jesus para os pequenos da catequese.

POESIA E VIDA

Sonho e fantasia, real ilusão, Misturam-se na alma Desabrocham em versos. São flores nascidas No jardim da poesia, Da semente do amor. Do poeta, doce alento… Do leitor, ledo engano… google.load(‘orkut.share’, ’1′); google.setOnLoadCallback(function() { new google.orkut.share.Button({ lang: ‘pt_BR’, style: google.orkut.share.Button.STYLE_REGULAR, … Continue lendo

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FLOR DE PÊSSEGO (Indriso)

Flor de pêssego é Primavera Sonho róseo adolescente Salpicando os finos galhos… Flor de pêssego é confidente De amores, doces quimeras, Que o sol do verão desvanece… Flor de pêssego é perfume. Flor de pêssego é ternura… google.load(‘orkut.share’, ’1′); google.setOnLoadCallback(function() … Continue lendo

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TROVAS

PALAVRAS AO VENTO Palavra lançada ao vento Nas ondas sempre a girar; Não há na vida lamento Que a faça um dia tornar. PALHACO Coração guarda absinto Mas nos lábios tem o mel. Deixo aqui tudo o que sinto: Eis, … Continue lendo

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T R O V A S

INFINITO AMOR Sentir o tempo que passa Ligeiro diante de mim. Lembrar o amor que ultrapassa Distância e mágoa sem fim. SAUDADE Rasgando o véu da vaidade Mostra a verdade na face Que ostenta a cor da saudade Na dor … Continue lendo

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T R O V A S

INCÊNDIO Fogo no alto da serra Lua cheia indiferente Tórrido calor na terra Vandalismo inconseqüente ———- google.load(‘orkut.share’, ’1′); google.setOnLoadCallback(function() { new google.orkut.share.Button({ lang: ‘pt_BR’, style: google.orkut.share.Button.STYLE_REGULAR, title: ‘T R O V A S’,summary: (‘INCÊNDIO Fogo no alto da serra Lua … Continue lendo

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VER Inspirado em Paulo( 2Cor 4,18)

Efêmero é ver o visível, Imagem que logo se esvai No tempo que breve passa. Se vejo além do que vejo Guardo a eterna essência. Memória do invisível. Quero crer no que não vejo E amar no irmão o infinito. … Continue lendo

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OUVINDO VIVALDI

PRIMAVERA flores e sonhos… VERÃO ardente, paixão em chamas… OUTONO, ocres folhas banhadas em ouro… Fruto sazonado, sumarento, saboroso… Desnudo INVERNO, gélido manto, no seio da terra guarda a semente da PRIMAVERA… É a vida… E o renascer… É a … Continue lendo

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SOMBRAS ERRANTES

Na passarela da vida Sombras desfilam lentas Envoltas em fino véu… Encobre a nudez do passado Tênue manto de névoa Com perfume de saudade… São lembranças perdidas no espaço… São sonhos que o tempo abafou… —————————— google.load(‘orkut.share’, ’1′); google.setOnLoadCallback(function() { … Continue lendo

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FÉ E ESPERANÇA

Não me saciei com o pão multiplicado Nem bebi do vinho nas Bodas de Caná, Mas minh’alma ouviu a tua voz. Não quero caminhar por sobre as águas, Quero uma gota do cântaro d’água viva Dada à Samaritana no Poço … Continue lendo

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DANÇA DA VIDA

A batuta divina me marca o compasso. Ora sigo seu ritmo e acerto o passo; ora tropeço e embaraço, caindo ferida. Assim é minha sina vivendo a vida na esperança de um dia o meu passo acertar e minha dança … Continue lendo

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VERSOS DISSONANTES

No silêncio frio do inverno, Passo o tempo a fazer versos Ouvindo em surdina a doce música Dedilhada nas cordas da saudade. Presente e passado se misturam, Tentando acompanhar o diapasão Que insiste os pensamentos afinar. Notas desafinadas o espaço … Continue lendo

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PARA SEMPRE

Na grande sala à luz de lampiões, Pares valsavam ao som de acordeons E na varanda eu contemplava a noite fria. Outros sons ao som da valsa misturavam. Era o coaxar de sapos que se amavam, De pirilampos curiosos se … Continue lendo

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FUNERAL DE UM SONHO (indriso)

Assistindo ao funeral do sol poente, Algo em mim sinto morrer nesse momento Todo o meu ser se esvai em desalento. A tristeza me envolve toda inteira Só no silênco encontro companhia Fugindo à dor de imensa agonia. Tento sorrir … Continue lendo

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PARA SEMPRE

Na grande sala à luz de lampiões, Pares valsavam ao som de acordeons E na varanda eu contemplava a noite fria. Outros sons ao som da valsa misturavam. Era o coaxar de sapos que se amavam, De pirilampos curiosos se … Continue lendo

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POESIA

Busco no ar a ausência tua. Olho a flor, o pássaro, o céu azul. Olho o jardim. Só o nada. Ó poesia, doce alento de minh!alma nua, por que foges de mim? google.load(‘orkut.share’, ’1′); google.setOnLoadCallback(function() { new google.orkut.share.Button({ lang: ‘pt_BR’, … Continue lendo

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O ENCONTRO

Ouvir na tua voz um acalanto (Sonho de amor!) e um dia te abraçar E em teu regaço enxugar meu pranto. Se de onde estás podes ouvir meu canto, Bem junto a ti eu sei que vou ficar, Quando deixar … Continue lendo

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FOLHA SECA

Entre pássaros e flores Baila só entre os amores Folha seca solta ao vento. Violetas bordam o chão Sabiá lhe faz canção E poetas fazem versos. Folha seca ri contente E adormece ao sol nascente. ———-  Enviar por e-mail google.load(‘orkut.share’, … Continue lendo

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DOCE SONHO

Tuas mãos as minhas mãos vêm procurar. No doce toque eu senti nesse momento Todo o carinho que em vão quis encontrar. Ao lindo e insano amor eu me entreguei No delírio de mil beijos, doce alento, Toda inteira a … Continue lendo

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